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Espírito Santo liderou crescimento da indústria em janeiro, mostra IBGE
Indústria cresceu em 13 dos 14 locais pesquisados.
A produção da indústria nacional cresceu em 13 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de dezembro para janeiro. A alta foi liderada pelo Espírito Santo, onde o setor teve expansão de 5,6%, seguido por Ceará e Pernambuco, ambos com alta de 5,4%. Em todo o país, o crescimento foi de 1,1%. Na comparação com janeiro de 2009, a alta foi ainda mais expressiva: a indústria capixaba teve expansão de 48,5%, na maior alta da série do IBGE, liderando com folga sobre os outros estados. Nessa comparação, o segundo maior crescimento foi visto no Amazonas, de 33,9%. Sobre a expansão da indústria do Espírito Santo, o IBGE destacou em nota que o resultado “foi influenciado sobretudo pela baixa base de comparação, por conta dos efeitos da crise internacional. O crescimento atípico de 158,4% do setor extrativo, explicado principalmente pela recuperação no item minérios de ferro, influiu significativamente no resultado global”. Dezembro a janeiro Entre os locais pesquisados, apenas o Amazonas não teve expansão na comparação com dezembro. No estado, a produção da indústria ficou estável. As demais altas foram registradas no Paraná (4,0%), região Nordeste (3,7%), Rio Grande do Sul (3,2%), São Paulo (3,0%), Pará (3,0%), Bahia (2,5%), Goiás (2,2%), Minas Gerais (1,7%), Santa Catarina (1,1%) e Rio de Janeiro (0,3%). Janeiro a janeiro Em relação a janeiro de 2009, a atividade industrial cresceu em todas as áreas pesquisadas. Além do ES e do AM, tiveram destaque ainda os avanços vistos em Minas Gerais (28,8%), Bahia (23,6%), Rio Grande do Sul (20,9%), Goiás (19,8%) e Ceará (16,7%), que ficaram acima da média nacional, de 16,0%. As demais altas foram vistas em São Paulo (15,6%), região Nordeste (11,5%), Rio de Janeiro (10,7%), Paraná (10,4%), Santa Catarina (7,9%), Pará (5,8%) e Pernambuco (1,2%). A expansão, segundo o IBGE, reflete “a ampliação do ritmo produtivo e a baixa base de comparação, por conta das férias coletivas e das paralisações não programadas em vários setores em janeiro de 2009”.
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